sexta-feira, 18 de abril de 2014

50 livros que eu recomendaria de olhos fechados



 Fazer essa lista foi uma das coisas mais prazerosas que já fiz (NERD! NERD!), pois apesar de nunca ter tido inclinação para listas, essa veio num momento bem especial. Ando beeem angustiada com a perspectiva de fazer 26 anos (como se os 25 já não tivessem chegado e me encontrado de braços bem fechados, e com uma grande, imensa, cara de bosta).

De alguma forma, fazer 26 é mais bostivo que fazer 25, e não estava nem um pouco satisfeita com a minha vida a essa altura. Sempre tá aí, essa sensação de que falta alguma coisa, muita coisa, qualquer coisa, várias coisas.

Tá, e o que isso tem a ver? É que me fez um bem gigantesco constatar que já li ao menos 50 livros bons PRA CARALHO, que posso recomendar com toda a tranquilidade e brilhinho nos olhos. São livros que marcaram demais algum momento da minha vida, e que têm uma carga emocional muito grande. Talvez soe besta, mas é muito reconfortante. 50 pra mim não é pouca coisa, e eles me fizeram sentir que, se como escritora não rolou, como leitora eu já estou no caminho de uma carreira altamente bem-sucedida.

Dinheiro? Viagens? Alpinismo social? Lobbying? Promoções no trabalho? Fodam-se esses. Esses daqui são os valores que me fazem bem demais. Ter descoberto esses caras, e lido esses livros, me dão a sensação que tive já uma cota e tanto de momentos muito bem vividos, e que 26 é pouquíssimo pra absorver tudo o que os livros abaixo já me deram. Eles estão reunidos aleatoriamente, em ordem semi-alfabética (ou não, sei lá) porque o blogger é meio bizarro pra arrumar imagens, mas eu queria demais que fossem as capinhas, e exatamente as capinhas das edições que eu li, exceto por um ou dois, o Gordon Pynn e o Turn of The Screw, que não consegui achar a edição exata (não ia ficar procurando insanamente, se a capa não quis achar-se, que assim seja).




Formatação zuada \o/

Nenhum comentário:

Contato

paula.groff@gmail.com

Fuça aew, lesk